quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Mineiro ataca: “Padrão político de Wilma de Faria e Henrique Alves está esgotado”

Deputado do PT afirma que crescimento dos adversários é favorecido pela insatisfação do povo potiguar
Mineiro: “Henrique e Wilma têm serviços prestados, mas povo quer outro caminho. Padrão deles esgotou”. Foto: Divulgação

A forma tradicional de se fazer política representada pelos candidatos do PSB ao Senado, Wilma de Faria, e do PMDB ao governo, Henrique Alves, está esgotada, o que está beneficiando nessas eleições no Rio Grande do Norte as candidaturas da candidata do PT ao Senado, Fátima Bezerra, e do PSD ao governo, Robinson Faria. A opinião é do deputado estadual Fernando Mineiro (PT), candidato à reeleição.

“Henrique e Wilma representam o mesmo padrão político: um padrão político que está esgotado, que o povo nas ruas não aceita mais. Isso tem favorecido o crescimento das candidaturas dos candidatos do PSD ao governo, Robinson Faria, e do PT ao Senado, Fátima Bezerra. Henrique e Wilma têm serviços prestados, mas o povo quer outro caminho. O padrão deles esgotou”, afirmou Mineiro, em entrevista ao Jornal de Hoje.

A leitura do petista, é que os eleitores, nessas eleições, terão atitude racional diante do voto. “Agora e as pessoas começam a se posicionar, conhecer os candidatos. Estão começando agora a sentir os efeitos do horário da TV e do rádio. As pessoas vão ter uma atitude mais racional, buscar as propostas, fazer questionamentos. Até pela própria experiência secular da mesmice, as pessoas vão buscar outras referências”, afirmou.

Nesse processo, segundo Mineiro, Robinson Faria tem angariado espaços importantes. “Robinson é o candidato em que, à medida que as pessoas vão conhecendo, sabendo que existe a sua candidatura, há um aumento da sua aceitação, e ele tende a crescer. Porque é natural que as pessoas vão se posicionando contrárias à mesmice”, acrescentou.

Para o petista, Henrique figura no outro lado do espectro. “Porque encarnou o passado, é a mesmice do que tivemos nos últimos anos no RN, o que levou o Estado a essa situação. Por isso, Robinson está tendo um espaço importante para crescer. E temos sentido o crescimento da sua campanha”, afirma Mineiro.

MOSSORÓ

O deputado Fernando Mineiro avaliou a pesquisa em Mossoró, que dá vitória de Henrique sobre Robinson e de Fátima sobre Wilma, veiculada ontem por este O Jornal de Hoje. “Mossoró é importante, por ser a segunda maior cidade do Estado. Lá existem vários tipos de pesquisa. Eu estive lá no sábado, tenho mantido contato. Além de Fátima estar bem, na frente da campanha, Robinson também tem crescido muito”.

Segundo Mineiro, a vantagem de Fátima sobre Wilma em Mossoró – a petista tem 31,6% contra 22,1% da principal adversária – se deve ao reconhecimento, por parte dos eleitores, de que, pela primeira vez, há a possibilidade de eleição de um senador com perfil diferente. “Desde 1982 o RN no Senado acabou sendo espaço de aposentadoria de ex-governadores. Ex-governador vai para o Senado para numa eventual eleição ser candidato a governador. Esse é o padrão. E nós temos em Fátima um rompimento disso”, declarou o petista.

O desempenho de Fátima na corrida ao Senado, segundo Mineiro, se deve ainda ao fato de que a população está identificando na petista capacidade de trabalho e também avalia o que ela realizou no mandato em beneficio do RN, independentemente de quem esteja no governo municipal. “Fátima e Robinson, diferente de Wilma e Henrique, representam outro caminho”.

Mineiro afirma que Robinson também tem crescido em Mossoró, sobretudo porque conta com o apoio do PT e do PSD locais. “Robinson tem crescido em Mossoró e no estado todo. Tenho sentido. Em Mossoró, ele tem o apoio de várias forças políticas, como PT e PSD. O prefeito da cidade é do PSD. Então com o envolvimento maior, a tendência é de crescimento”, finalizou.
Fonte: Jornal de Hoje

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Ibope: no PR, Marina tem 29%, Dilma, 28% e Aécio, 24%

Pesquisa Ibope feita apenas com eleitores do Paraná mostra Marina Silva (PSB), Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves...


Pesquisa Ibope feita apenas com eleitores do Paraná mostra Marina Silva (PSB), Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) em situação de empate técnico no Estado. Marina aparece com 29% das intenções de voto, Dilma Rousseff com 28% e Aécio Neves tem 24%. A margem de erro da pesquisa, a primeira feita pelo instituto no Estado depois do registro das candidaturas, é de 3 pontos porcentuais.

Foto e Fonte: MSN Brasil


Candidato do PSC, Pastor Everaldo tem 2% e é seguido por Eduardo Jorge (PV), que tem 1%. Juntos, Eymael (PSDC), Levy Fidélix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Mauro Iasi (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), e Zé Maria (PSTU) somam 1%. Brancos e nulos somam 8% e 8% não responderam.



A pesquisa foi contratada pela RPC TV, afiliada da Rede Globo. Foram ouvidos 1008 eleitores em 59 municípios do Estado entre os dias 21 e 25 de agosto. O registro na Justiça Eleitoral é BR-00411/2014 e o índice de confiança é de 95%.

Debate sobre segurança pública demonstra falta de conhecimento dos candidatos ao Governo do RN

Por Glaucia Paiva

Na noite dessa segunda-feira, 25, data em que se comemorou o Dia do Soldado, as Associações de Praças e Oficiais promoveram um debate entre os candidatos ao Governo do Estado com foco na segurança pública.

Transmitido pela TV União, TV Nova e 98 FM, o debate foi intermediado pelo apresentador Robson Carvalho e contou com a presença de todos os candidatos ao Governo: Robinson Faria (PSD – 55), Araken Farias (PSOL – 17), Henrique Alves (PMDB – 15), Robério Paulino (PSOL – 50) e Simone Dutra (PSTU – 16).

Durante todo o debate, todos os candidatos cometeram suas garfes quanto ao tema Segurança Pública, demonstrando a total falta de conhecimento e a deficiência em sua assessoria sobre o tema.

O candidato Robinson Faria bateu na tecla do Código de Ética, afirmando que iria acabar com as humilhações sofridas pelos PM’s. Mas ao ser indagado sobre a questão do subsídio, o candidato pelo PSD afirmou que o problema salarial poderia ser resolvido com a aprovação da PEC 300 pelo Congresso Nacional.

A candidata Simone Dutra defendeu a desmilitarização das polícias e a sindicalização, contudo esqueceu que o caso é de âmbito federal e constitucional.

Mas o recorde de garfes foi do candidato Henrique Alves, que afirmou que somente no Presídio de Alcaçuz teria mil policiais à disposição. Além disso, mal soube responder sobre o subsídio, afirmando que o Governo atual o teria parcelado desde o ano de 2011 até o ano de 2015. O candidato ainda desconversou ao responder a pergunta de Robinson Faria quanto o seu posicionamento sobre a PEC 300. Indagado se era a favor ou contra, Henrique não respondeu a pergunta, afirmando, ainda, que não seria irresponsável em colocar em pauta tal proposta por ser contrária ao desejo dos governadores dos Estados.

Propostas de Henrique Alves e Robson para a segurança do nosso estado. Agora tudo são flores

Henrique Alves propõe ocupação de regiões com maiores índices de violência‏

Levar a polícia e também políticas públicas relativas a cultura, lazer, educação, saúde, entre outras áreas

Foto: Divulgação

O candidato do PMDB ao Governo do Estado, Henrique Alves, apresentou suas propostas para a área de segurança pública em debate realizado nesta segunda-feira (25) na TV União. Entre as propostas, estão a ocupação de áreas onde há maior índice de violência, a integração das polícias, o combate às drogas, entre outras.


Ocupar as áreas mais afetadas pela violência no Rio Grande do Norte. Mas não só com as forças policiais. Levar a polícia e também políticas públicas relativas a cultura, lazer, educação, saúde, entre outras áreas. De acordo com Henrique, essa será uma medida emergencial, a ser realizada nos primeiros seis meses de Governo, para combater o aumento descontrolado da insegurança no Rio Grande do Norte. A medida foi batizada de Operação 190.

“Precisamos de uma medida emergencial para dar uma resposta imediata para essa escalada da violência no Rio Grande do Norte. Nos primeiros seis meses, vamos levar policiais e políticas públicas para as áreas com maiores índices de violência. Ocupar não apenas com o policiamento ostensivo, mas também com desenvolvimento para essas comunidades”, disse Henrique. Receberão num primeiro momento esse contigente a Região Metropolitana de Natal e Mossoró, onde os índices de criminalidade são mais preocupantes.

Além da ação emergencial, Henrique Alves irá instituir um comitê de gestão integrada de segurança, que responderá diretamente ao gabinete do governador. “Esse comitê será coordenado diretamente pelo gabinete do governador, sendo monitorado passo a passo. Além disso, queremos promover a integração entre as polícias, a Polícia Civil e a Polícia Militar, incluindo também o Corpo de Bombeiros e o Itep. É preciso integrar as polícias e investir na inteligência, na investigação e no combate ostensivo”, explicou.

O candidato explicou que os jovens hoje são as maiores vítimas da insegurança no Rio Grande do Norte hoje. “Os jovens são as maiores vítimas da insegurança, das drogas, e da atração ao mundo do crime. Hoje temos 58 mortes de jovens para cada 100 mil habitantes, um número inaceitável. Natal que já foi uma cidade pacífica é uma das cidades mais violentas do mundo, segundo relatório da ONU”, falou Henrique.

A questão da droga será abordada no governo de Henrique de forma preventiva. Para o candidato, é preciso encontrar meios para se evitar a atração do jovem pelo mundo das drogas. “Políticas preventivas são fundamentais. Precisamos lutar contra esse panorama, onde os nossos jovens estão sendo dizimados e atraídos pelo mundo do crime e pelo mundo da droga, porque hoje nós vivemos um clima de guerra civil”, disse, complementando que a Polícia irá ter acesso à tecnologia e material de trabalho. “O policial precisa ter acesso a armamento, a tecnologia, enfim, sentir-se valorizado e respeitado no seu trabalho cotidiano”, acrescentou.

Em relação às entidades que defendem os direitos dos policiais, Henrique Alves garantiu que irá governar primando pelo diálogo. “Quem quiser resolver o problema da insegurança, o primeiro passo é respeitar as entidades. A nossa marca será o diálogo. Teremos o diálogo e a transparência como marca do nosso Governo”, falou.
Robinson Faria anuncia investimento de 10% do orçamento para segurança‏
Robinson relatou os desafios da segurança pública e apresentou as propostas para a segurança


Foto: Divulgação

A segurança pública será prioridade no governo de Robinson Faria (PSD) a partir de janeiro de 2015. Mais do que uma promessa de campanha, Robinson assumiu o compromisso de aplicar 10% do orçamento com a segurança pública. “Vamos destinar 10% do orçamento de para a segurança pública, que hoje é o maior clamor da população do nosso Rio Grande do Norte”, destacou Robinson.

Robinson relatou os desafios da segurança pública e apresentou as propostas para a segurança. “Não se faz segurança sem dinheiro, orçamento e investimento. No nosso governo não vamos aceitar nenhum tipo de contingenciamento do orçamento para a segurança pública. Estou convencido que é possível, em dois anos, fazer do RN um Estado mais seguro para viver. Vamos fazer no Estado uma revolução na segurança pública”, comenta.

Durante o debate, Robinson comentou que aproximadamente R$ 80 bilhões são gastos pela União com o drama da segurança com mortes e hospitalização e em contrapartida, apenas R$ 3 bilhões são investidos na segurança. “Vamos mudar esse cenário. A prioridade no nosso governo será a segurança pública, cuidar da segurança das pessoas em todo o RN”.

Outra proposta de Robinson aplaudida pelos policiais que acompanharam o debate na TV União foi a criação do Código de Ética. “Vamos devolver a dignidade dos policiais militares através do novo Código de Ética. Não é aceitável que no século XXI um policial precise pedir licença para cortar o cabelo. Os policiais, principalmente os pequenos, são humilhados e sofrem. No nosso governo os policiais serão valorizados”, destaca Robinson.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Candidatos a governador do RN mostram desconhecimento sobre Educação

Jornalista testa conhecimento de candidatos e mostra que o conhecimento é baixo e discursos são genéricos
Após discursos “genéricos” sobre educação, candidatos tiveram seus níveis de conhecimento na área testados pelo jornalista. Foto: José Aldenir

Convidados para um debate sobre a educação pública do Estado na manhã de hoje, os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte, Henrique Eduardo Alves (PMDB), Robinson Faria (PSD), Robério Paulino (PSOL), Simone Dutra (PSTU) e Araken Farias (PSL) passaram, antes, por um teste para medir o nível de conhecimento deles sobre o assunto. E o resultado não foi nada animador. Respostas contraditórias e genéricas foram as que mais apareceram nas entrevistas concedidas durante o evento, ao jornalista Eugênio Bezerra, do Jornal Verdade, da RedeTVRN.

As perguntas não foram iguais aos concorrentes, mas se basearam, justamente, no que eles falaram a respeito da Educação. Henrique Eduardo Alves, por exemplo, debateu sobre o problema da evasão escolar mas, quando questionado, não soube dizer nem em quanto gira esse número no Rio Grande do Norte.

Sobre o salário dos professores, que todos são unanimes em dizer que é preciso haver um aumento, nenhum deles soube exatamente de quanto é. Robério Paulino disse ser de R$ 2 mil, Araken afirmou que era de R$ 1,4 mil e Simone Dutra nem chutou. “Algo nessa média de dois salários”, disse ela, pedindo, em seguida, para Eugênio Bezerra cortar essa parte da entrevista.

Segundo o jornalista Eugênio Bezerra, a intenção da entrevista com perguntas que requereram um grau maior de conhecimento por parte dos entrevistados foi, exatamente, para testar o grau de preparação dos adversários. “Para mostrar que eles debatem muito temas genéricos, sem detalhar muito o assunto”, explicou Bezerra.

O debate foi promovido pelo Instituto de Desenvolvimento da Educação. O tema do encontro, que teve a participação da vereadora Eleika Bezerra (PSDC), foi “Educação e Políticas Públicas de Formação de Leitores”.



LEIA OS PRINCIPAIS MOMENTOS DA ENTREVISTA COM OS CANDIDATOS:



HENRIQUE ALVES, PMDB

Eugênio Bezerra: Durante o debate, você falou muito sobre a questão da evasão escolar. Sabe de quanto é o índice de evasão escolar no Estado?

Henrique Alves: Varia muito, porque a cada ano você tem essa problemática. A cada ano tem mais alunos não completando o seu ensino e o seu aprendizado. É uma questão grave porque não é só você não querer estudar. Ele quer estudar, quer completar o seu ciclo, mas muitas vezes é questão familiar. Separação de pai e de mãe, problemas psicológicos, estruturais, financeiros, sociais. A evasão é um problema que nós temos que tratar com muita responsabilidade.



EB: Varia de quanto a quanto, o senhor sabe?

HA: Não tenho esse detalhe porque varia as informações. São muito contraditórias. O governo procura se defender dizendo ser menos. A realidade prova que é mais. Eu espero chegar ao Governo com esses dados todos definidos com muita transparência porque não é só para o meu conhecimento não. Eu tenho que mostrar para o Rio Grande do Norte a realidade, que tem que ser compartilhada. A evasão escolar, o aluno saindo porque não está conseguindo estudar, independentemente da sua vontade, é sem dúvida um dos grandes obstáculos que nós vamos enfrentar.



ROBÉRIO PAULINO, PSOL

Eugênio Bezerra: Sabe quanto ganha um professor no Estado?

Robério Paulino: Muito pouco, muito pouco. Você sai com R$ 2 mil. Hoje o salário de entrada é pouco mais de R$ 2 mil, para um professor que sai da universidade. Então, muita gente está deixando de ser professor para fazer concurso para outras carreiras. Você pega outro país como o Japão, os melhores profissionais querem ser professores. Aqui não, aqui há uma evasão dos professores…



EB: O senhor sabe a quantidade de ausência de professor do quadro ou você tem ideia de quantos existem no Estado?

Robério Paulino: Não faltam professores. Você tem aí 15 ou 20 mil professores no Estado, mas a questão não é a falta. É a falta do professor ensinar. Sala de aula sem ventiladores, sem condições. Uma merenda escolar que falta, milhares de crianças sem tomar café. Qual é o professor que consegue dar aula para crianças com fome entre 7h e 9h da manhã? Elas não param de ir até a janela para tentar saber o que é a merenda e depois chegam lá e a merenda é uma porcaria. Não pode ser. Nós temos que investir pesado na educação. Nós temos estudado muito isso. O percentual do orçamento é em torno de 15%, e queremos algo em torno de 30%.



ARAKEN FARIAS, PSL

EB: O senhor sabe quanto ganha um professor?

Araken Farias: O salário básico, hoje, é em torno de R$ 1,4 mil. O que paga melhor é o município de Parnamirim. Então ganha, inclusive, menos que um policial militar quando ingressa como soldado. Não que o PM não mereça seu salário. Merece sim e muito mais. Mas o professor precisa ser valorizado. Ele nasce professor, não se torna. É uma vocação. E é preciso que a gente incentive com bons salários, com condição de trabalho, com formação permanente, porque não pode passar por um curso de pedagogia e encerrar seu aprendizado. Ele tem que estar em constante aprendizado.

EB: Quantos professores existem no Estado? Há déficit e quanto é gasto com a folha?

Araken Farias: Nós temos dados de que há déficit sim de professores, assim como há de polícia, na saúde… Os números exatos não tenho aqui, mas no nosso plano de governo tem todos esses números. É preciso que se faça sim novos concursos públicos, porque muitos professores hoje já estão se aposentando e não temos novos concursos.



ROBINSON FARIA, PSD

EB: O senhor sabe qual o índice de analfabetismo hoje do nosso Estado?

Robinson Faria: O analfabetismo hoje gira em torno de 15%, que é um índice muito alto, muito embora esteja na média no Nordeste, mas no Brasil está acima da média. O nosso IDEB, por exemplo, está entre os três piores do Brasil, tanto no ensino médio, quanto no fundamental.



EB: O senhor sabe de quanto é o IDEB?

Robinson Faria: O nosso IDEB, hoje, no ensino fundamental é 3.1 e o médio de 3.4. Temos estados com a média de 5.8, 5.7, ou seja, quase o dobro da nossa média. Temos que mudar radicalmente. E isso não é uma tarefa fácil.



SIMONE DUTRA, PSTU

EB: A senhora sabe qual o percentual do orçamento que está sendo aplicado na Educação?

Simone Dutra: Neste ano, o que vem sendo aplicado é em torno de 21%, mas nós propomos é 30% da receita do Estado para a Educação. Defendemos creches para todas as crianças de 0 a 3 anos, a escola em tempo integral e professores valorizados, porque o salário que é pago hoje é um salário de miséria.



EB: Quanto é um salário?

Simone Dutra: O salário nacional são dois salários mínimos.



EB: Aqui no Estado?

Simone Dutra: Não sei te dizer, mas é mais ou menos isso… Mas você corta essa parte, né?

Fonte: Jornal de Hoje

Associações dos policiais e bombeiros realizam debate com os candidatos ao governo do estado sobre segurança Pública


25 de Agosto dia do soldado: Banda de Música da PM/RN, treinamento para 07 de Setembro.